domingo, 21 de abril de 2013

Último ato


Tudo uma farsa. Mera ilusão. Devaneio. 
Tiros no escuro, sem mira, sem alvo.
Tudo o que houve foi auto-destruição.
Tiros no pé, tiros no coração. O cristal se quebrou.
Morte súbita.
Não há ganhadores. Não há jogadores. Só desolação.
Nunca houve você.
 Game over.

sábado, 3 de setembro de 2011

Como eu quero...



Sinto minhas vontades misturarem-se cada vez mais ao meu sangue. Circulam por todo o meu ser e transbordam pelos meus poros. Sinto-as demasiadamente presente em mim, nesses dias que têm passado com lentidão. Sinto urgência. Sinto meu corpo e mente gritarem. Sinto-me presa e quero voar. Quero voar para longe... Que seja andar, devagar e sempre, eu quero chegar lá. Não é mais um querer, é um necessitar. Necessito!
Estradas e montanhas nos separam, mas nosso coração nos une. Nosso amor nos faz forte.
Sentada aqui para escrever como há muito tempo não faço, pensamentos vão e vêm. Sinto medo, mas não vou fraquejar. Vejo algumas fotos, me lembro de alguns lugares - Quanta vontade de passar por essa tela, quanta vontade de tê-lo, quanta vontade de "sermos". Vontade de abraçá-lo e não largar. Vontade de acordar e dormir observando-o. Vontade de cuidar, de amar, de poder fazer mais. De não ter pressa por saber que me espera e que num piscar de olhos vê-lo-ei. Vontade de preparar o café com canela que tanto gosta só para vê-lo sorrir e me beijar com gratidão e carinho. Poder sucumbi-lo com tamanho amor e cuidado. Fazer de duas vidas, uma só - A nossa vida. Quero um cantinho nosso(...)Quero poder olhar para trás e ter a certeza de que cada passo dado por nós, foi um passo em nossa direção, um passo para nossas vidas se cruzarem. Para quando mais tarde a rotina nos fizer correr e surtar, que possamos nos aquecer, esquecer e nos inspirarmos ao olharmos com cumplicidade de um amanhã mais calmo. E finalmente, abraçamos, dormiremos tranquilos com o Universo a vibrar por nós.

Por amor, eu tenho transbordado. Por amor, eu preciso... Eu quero. EU VOU.



Viçosa, Viçosa, Viçosa.









E aqui é onde fica meu sonho...



quinta-feira, 30 de junho de 2011



Eu não sou a mulher maravilha, tampouco tenho super poderes. Mas você sabe que, quando e toda vez que precisar, eu estarei aqui, não sabe?
Sinceramente? Espero que saiba. Afinal de contas, é isso que tento mostrar-te todos os dias.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Ciúmes.




Eu tenho ciúmes. Tenho MUITO CIÚMES!
Eu tento controlar, tento reduzir... É incontrolável. Sinto-me diante de um volante e meus pés não podem parar de pressionar o acelerador. E por mais que eu tente parar, pressionar o freio, o carro parece estar sem controle. Perdi a direção. Posso sentir a adrenalina entrando por entre as veias, circulando em meu coração. Sinto-me extasiada, sinto-me anestesiada pela sensação. É tão mais forte que eu, é tão mais forte que tudo.
Não tenho controle de tudo. Pelo contrário, a cada dia vejo mais nitidamente, sem sombra de dúvidas, que não tenho controle de nada. Ainda mais se for relacionado à você, minha vida, Diego. Estás tão dentro de mim que qualquer corpo estranho perto de(ti) mim, involuntariamente, como anti-corpos, resisto e expulso de perto.

Mas não, não se preocupe. É só um desabafo. É só ciúmes...
É só medo.

Eu te amo!

domingo, 1 de maio de 2011

No decorrer da vida... Tem que nos tornar afáveis.


Todo mundo teria de nascer com um livro de instruções e na lição número um deste tal deveria ter o seguinte ensinamento: Não enfie o dedo na ferida do outrém. Porra, ninguém nos ensina isso quando entramos na escola, ninguém debate em uma turminha de amigos sobre isso. Estava analisando que no decorrer da vida, muitas são as pessoas que se perdem, que se escurecem, que envelhecem e padecem. Sim, padecem. Deixam de ser afáveis, deixam de sonhar, deixam de acreditar. Ninguém nunca nos ensinou que quando abrimos nossas bocas precisamos e devemos proferir palavras afáveis, bonitas e que irradiem forças? Não, isso não se ensina. Ninguém nunca aprendeu de fato que uma palavra pode modificar vidas. Feridas nos vestem e não são como roupas, não podemos tirá-las assim quando queremos, muito menos mudá-las de estilo. Feridas estão sempre ali, a cicatrizar e às vezes, se abrir novamente. Dito isso, eu espero do fundo do meu coração, que ao invés de incentivarem-nos ao egoísmo, ao calculismo... Que ensine nas escolas, dentro de casa ou seja lá o lugar que estivermos a amar e respeitar ao próximo. E caso não tenha palavras bonitas a serem proferidas, que o silêncio faça jus.
Aspiro por isso.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Uma verdadeira amiga.


Procuramos ao longo de nossas vidas, almas afins... Pessoas que nos amem como nós realmente somos, que aspirem pelo nosso bem, que se entristecem com as nossas derrotas e decepções; pessoas que estão sempre a nos dar a mão após um tombo, uma bronca após um erro, um abraço após uma perda. Pessoas que ainda quando não estão juntas se fazem presente. Pessoas que estão sempre nos trazendo luz em dias escuros, cobertor em dias frios, verdades em dias de mentiras. Pessoas que são verdadeiras, apesar de todos os pesares; pessoas da alma, que sentem mais do que falam. Que choram, que riem, que sentem. Essas que, infelizmente, são poucas... E dificilmente entram em nossas vidas. Pois hoje, vim falar sobre uma dessas pessoas - Seu nome? Mikaelle, minha AMIGA, sim, minha amiga e posso dizer sem receios. Ela que entrou em minha vida assim, por acidente ou não, entrou e ficou. Oito horas nos distanciam, muitos quilômetros entre nós e nem por isso deixou de ser verdadeiro, de ser onipresente. Ela com a sua grandiosidade como mulher, como guerreira; ela que não é só uma pessoa, mas um anjo. Engraçado como a vida às vezes é injusta, como ela tem o dom de forças trajetórias, organizar rumos e tirar as rédeas de nossas mãos. Talvez eu nunca tenha escrito ou dado tanta importância quanto hoje dei ao saber que ela estará ainda mais longe de mim. Doeu saber que a vida pode sim unir pessoas, mas assim como as uniu pode nos tira-las. Sei que não será o fim ou assim espero. Mas é estranho imagina-la longe, é estranho e doloroso. Diferente dos outros dias e dos outros textos, não irei agradece-la de nada nem por nada, porque não é uma despedida... É só um desabafo. Te amo, gata.

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