
Procuramos ao longo de nossas vidas, almas afins... Pessoas que nos amem como nós realmente somos, que aspirem pelo nosso bem, que se entristecem com as nossas derrotas e decepções; pessoas que estão sempre a nos dar a mão após um tombo, uma bronca após um erro, um abraço após uma perda. Pessoas que ainda quando não estão juntas se fazem presente. Pessoas que estão sempre nos trazendo luz em dias escuros, cobertor em dias frios, verdades em dias de mentiras. Pessoas que são verdadeiras, apesar de todos os pesares; pessoas da alma, que sentem mais do que falam. Que choram, que riem, que sentem. Essas que, infelizmente, são poucas... E dificilmente entram em nossas vidas. Pois hoje, vim falar sobre uma dessas pessoas - Seu nome? Mikaelle, minha AMIGA, sim, minha amiga e posso dizer sem receios. Ela que entrou em minha vida assim, por acidente ou não, entrou e ficou. Oito horas nos distanciam, muitos quilômetros entre nós e nem por isso deixou de ser verdadeiro, de ser onipresente. Ela com a sua grandiosidade como mulher, como guerreira; ela que não é só uma pessoa, mas um anjo. Engraçado como a vida às vezes é injusta, como ela tem o dom de forças trajetórias, organizar rumos e tirar as rédeas de nossas mãos. Talvez eu nunca tenha escrito ou dado tanta importância quanto hoje dei ao saber que ela estará ainda mais longe de mim. Doeu saber que a vida pode sim unir pessoas, mas assim como as uniu pode nos tira-las. Sei que não será o fim ou assim espero. Mas é estranho imagina-la longe, é estranho e doloroso. Diferente dos outros dias e dos outros textos, não irei agradece-la de nada nem por nada, porque não é uma despedida... É só um desabafo. Te amo, gata.

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