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E hoje fico com as recordações, com as fotografias, com as cartas que trocamos, releio-as várias vezes ao dia, mistura de culpa e nostalgia. Ainda guardo seu cheiro, ainda sinto o gosto dos seus lábios, da sua pele. Ainda sei de cor a sua voz, o som da sua risada. Mas, recordações não substituem e nem se comparam à presença diária de quem se ama, apenas acalentam um coração aflito.
Caio Fernando Abreu

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